Este – Estação Teatral

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O teatro gestual, a pantomima, a Commedia dell´Arte, a Máscara, a improvisação, a criação colectiva, o teatro de sugestão são, por assim dizer, campos privilegiados de actuação, sem menosprezar o texto ou a verbalidade, antes, na perspectiva da sua valorização.

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AS CEBOLAS DE NAPOLEÃO
Quatro fuzileiros trazem consigo a grande história, desde que Napoleão irrompe da Revolução Francesa, se coroa a si próprio imperador e decreta o Bloqueio Continental até quando o general Loison (o Maneta), das seis para as sete horas do dia cinco de Julho de 1808 carrega sobre a vila de Alpedrinha com cerca de mil homens deixando a impiedosa marca da destruição e da morte.
Como camadas de uma cebola, da Europa vista de cima, até que se perceba o branco dos olhos de cada um. O invadido pelo sentir do invasor. O ser humano deflagrado como a bala de um canhão.

Ficha Técnica
Dramaturgia e Encenação Nuno Pino Custódio
Interpretação Patrick Murys, Êstevão Antunes, Rui Sousa e Tiago Poiares
Classificação etária M/12
Duração: aprox. 75 min

 

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Cozinheiros
O mundo como uma cozinha, onde os homens vão e vêm sem poderem ficar o tempo suficiente. O mundo onde as amizades, os amores, as desinteligências se apagam tão depressa quanto se acendem. A cozinha de um grande restaurante como um manicómio ou como a sociedade onde “ter” está na razão inversa de “ser”. Fazendo um estudo de “A Cozinha” de Arnold Wesker a ESTE experimenta de uma forma conceptual um trabalho drástico ao nível da síntese ao mesmo tempo em que explora o sentido da comunicação. Um espectáculo eminentemente físico e gestual onde a verosimilhança se suporta na capacidade de acreditar de quem faz e de quem vê.

Texto e Encenação: Nuno Pino Custódio
Interpretação: Alexandre Barata, Carlos Pereira, Pedro Diogo e Ricardo Brito
Classificação Etária: M/12 anos
Duração: 70 m (s/ intervalo)

 

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A verdadeira história da TOMADA DO CARVALHAL
Em 1890, a família Garrett era uma das mais importantes do distrito. Explorava as pastagens do Carvalhal e a Irmandade do Santíssimo as castanhas. O povo do Souto da Casa, por sua vez, detinha o cultivo da terra. Mas houve uma época em que o rico proprietário incumbiu o seu feitor, António Antunes Aquém, de ocupar todos os terrenos e não deixar que se cultivasse. Então, os sinos tocaram a rebate, o povo juntou-se e Aquém, desde o alto da Serra até ao povoado, foi obrigado a carregar um pesado tronco de castanheiro às costas.

Texto e Encenação: Nuno Pino Custódio
Interpretação: Carlos Pereira, Leonor Coutinho e Rui M.Silva
Interpretação Musical: Alexandre Barata, António Supico, Pedro Sousa, José Emílio Martins
Classificação Etária: M/12 anos
Duração: 60 m (s/ intervalo)