10 Março, 2016
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Comentários fechados em “As minhas MAIS… Marionetas” encerra o ciclo Lua Cheia, Arte na Aldeia | 23 de março | Coêdo, Vila Real

“As minhas MAIS… Marionetas” encerra o ciclo Lua Cheia, Arte na Aldeia | 23 de março | Coêdo, Vila Real

As minhas MAIS... Marionetas 600p

O ciclo de programação “Lua Cheia, Arte na Aldeia” desenvolvido pelos Peripécia Teatro, encerra na lua cheia de março com o espetáculo “As minhas MAIS… Marionetas”.

 “Lua Cheia, Arte na Aldeia”, foi uma iniciativa que pretendeu dinamizar em 2015 e 2016 o ambiente rural que envolve o espaço de produção e criação dos Peripécia Teatro localizado na aldeia de Coêdo.

A 23 de março TRULÉ apresentará o seu espetáculo “As minhas MAIS… Marionetas” pelas 20:30h na sede da Peripécia Teatro.

O público é convidado a levar o seu petisco e bebida para acompanhar o convívio com o artista depois do espetáculo.

O espetáculo As minhas MAIS… Marionetas, por ser antológico, sintetiza um percurso de mais de trinta anos de pesquisa e entendimento das várias técnicas de construção e manipulação de marionetas.

É um espetáculo de pura poesia visual em que os bonecos tocados por graça infinita e pelos dedos mágicos do bonequeiro nos mostram pedaços de vida em histórias de sonhar e encantar.

Marionetista/construtor e investigador em formas animadas: Manuel Dias

Apoio técnico: Joana Dias

Fotografia/Vídeo: Joana Dias

Produção: TRULÉ

O Conceito desta iniciativa é desenvolver a Arte em diálogo com espaços rurais. Um conceito que se desenvolve a partir do epicentro artístico do espaço de Criação dos Peripécia Teatro, estendendo-se, dentro das viabilidades técnicas e financeiras, a espaços de Adoufe e Vilarinho da Samardã, aproveitando os seus potenciais físicos, técnicos e criativos.

Nas noites de Lua Cheia, uma referência de calendário associada ao universo rural e à relação próxima com a natureza, haverá excelentes motivos para a reunião das pessoas. Pessoas da aldeia e da cidade. O pretexto é assistirem a espetáculos que obedecem a um conceito de programação eclético, familiar e inter-geracional.

Mais informações:
peripecia@peripeciateatro.com
960 293 046

16 Fevereiro, 2016
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Comentários fechados em “Deves Ter a Mania…. Stand Up Comedy com Sofia Bernardo” | Lua Cheia, Arte na Aldeia | 21 fev. | Coêdo, Vila Real

“Deves Ter a Mania…. Stand Up Comedy com Sofia Bernardo” | Lua Cheia, Arte na Aldeia | 21 fev. | Coêdo, Vila Real

Deves ter a mania...

O ciclo de programação “Lua Cheia, Arte na Aldeia”, desenvolvido pelos Peripécia Teatro, volta na lua cheia de fevereiro à aldeia de Coêdo com o espetáculo “Deves Ter a Mania… Stand Up Comedy com Sofia Bernardo”.

“Lua Cheia, Arte na Aldeia”, é uma iniciativa que pretende dinamizar em 2015 e 2016 o ambiente rural que envolve o espaço de produção e criação dos Peripécia Teatro localizado na aldeia de Coêdo.

A 21 de fevereiro TEMPOS DE COMÉDIA TEATRO apresentará o seu espetáculo “Deves Ter a Mania… Stand Up Comedy com Sofia Bernardo” pelas 20:00h na sede da Peripécia Teatro na Aldeia de Coêdo.

O público é convidado a levar o seu petisco e bebida para acompanhar o convívio com a artista depois do espetáculo.

«Deves Ter a Mania… Stand Up Comedy com Sofia Bernardo é o meu olhar irónico e sarcástico sobre o mundo, sobre nós e sobre a nossa mente. Um espetáculo inteligente e divertido para todos os que gostam de rir de si próprios, mas isso digo eu… que devo ter a mania.»

Um espetáculo de: Sofia Bernardo
Produção: Eurico Daniel
Imagem gráfica: ÉDesign
Uma produção: TEMPOS DE COMÉDIA TEATRO

O Conceito desta iniciativa é desenvolver a Arte em diálogo com espaços rurais. Um conceito que se desenvolve a partir do epicentro artístico do espaço de Criação dos Peripécia Teatro, estendendo-se, dentro das viabilidades técnicas e financeiras, a espaços de Adoufe e Vilarinho da Samardã, aproveitando os seus potenciais físicos, técnicos e criativos.

Nas noites de Lua Cheia, uma referência de calendário associada ao universo rural e à relação próxima com a natureza, haverá excelentes motivos para a reunião das pessoas. Pessoas da aldeia e da cidade. O pretexto é assistirem a espetáculos que obedecem a um conceito de programação eclético, familiar e inter-geracional.

Mais informações:
peripecia@peripeciateatro.com
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18 Janeiro, 2016
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Comentários fechados em Noa Noa apresenta “Língua” no ciclo LUA CHEIA, Arte na Aldeia | 24 jan. | Coêdo, Vila Real

Noa Noa apresenta “Língua” no ciclo LUA CHEIA, Arte na Aldeia | 24 jan. | Coêdo, Vila Real

Noa Noa © Rita F Santos

O ciclo de programação “Lua Cheia, Arte na Aldeia” desenvolvido pelos Peripécia Teatro, volta na lua cheia de janeiro à aldeia de Coêdo com o espetáculo “Língua”.

“Lua Cheia, Arte na Aldeia”, é uma iniciativa que pretende dinamizar em 2015 e 2016 o ambiente rural que envolve o espaço de produção e criação dos Peripécia Teatro localizado na aldeia de Coêdo.

A 24 de janeiro Noa Noa apresentará o seu espetáculo “Língua” pelas 20:30h na sede da Peripécia Teatro na Aldeia de Coêdo.

O público é convidado a levar o seu petisco e bebida para acompanhar a conversa com os músicos depois do espetáculo.

“Língua”

A liberdade criativa que se vivia na Europa da viragem do século XIX para o século XX1 encontra paralelo na História da Música Ocidental do século XVIII no qual o músico era formado para saber cantar, tocar um ou mais instrumentos, improvisar, compor e dirigir. A tradição de resposta sem fronteiras ao apelo criativo é tão antiga como o Homem e volta a ter eco nas tendências recentes da moderna prática da Música Antiga com a constatação de que o músico no passado tinha uma formação multifacetada que contrasta com a super-especialização a que se chegou no século XX e XXI. A própria redescoberta dos instrumentos históricos e das suas técnicas de execução tem vindo a iluminar o passado, mas ao mesmo tempo tem servido de inspiração a compositores e músicos contemporâneos para novas linguagens e estéticas.
Todas as línguas mudam com o tempo. Evoluem e adaptam-se aos usos inovadores das comunidades, às suas idiossincrasias e hábitos. A língua não pode ser entendida como uma entidade imutável, estanque, parada ou desenhada no tempo e pelo tempo. Ela é, pelo contrário, resultado de uma dinâmica imensa da mesma forma e com o mesmo fulgor da comunidade ou da humanidade que muda… vagarosa mas imparável.
Dedicado à memória colectiva definida pelas diversas culturas e línguas ibéricas, “Língua” é uma manta de sons “para além do Ebro” que resulta no português, castelhano, mirandês, galego, asturiano, basco ou catalão. Este novo projecto de Noa Noa viaja entre o que há de mais comum e mais diferente na História da cultura ibérica explorando as fronteiras geográficas, culturais e conceptuais da tradição e da ancestralidade com a contemporaneidade ou a interculturalidade… Este é o segundo dia de viagem.
O nome do projecto é inspirado no inovador livro de Paul Gauguin de 1901 no qual o artista descreve os tempos passados em retiro criativo na Polinésia francesa, em especial no Tahiti. Envolto em polémica, tanto Gauguin como o seu Noa Noa são ainda hoje sinónimos de liberdade criativa.

Filipe Faria: Voz, Assobio, Adufe, Udu, Melódica, Bansuri, Unhas de cabra, Guizos, Chocalhos, Vassouras, Ovos, Bombo, Colascione

Tiago Matias: Vihuela de 7 ordens, Guitarra romântica, Colascione, Voz, Bombo

O Conceito desta iniciativa é desenvolver a Arte em diálogo com espaços rurais. Um conceito que se desenvolve a partir do epicentro artístico do espaço de Criação dos Peripécia Teatro, estendendo-se, dentro das viabilidades técnicas e financeiras, a espaços de Adoufe e Vilarinho da Samardã, aproveitando os seus potenciais físicos, técnicos e criativos.

Nas noites de Lua Cheia, uma referência de calendário associada ao universo rural e à relação próxima com a natureza, haverá excelentes motivos para a reunião das pessoas. Pessoas da aldeia e da cidade. O pretexto é assistirem a espetáculos que obedecem a um conceito de programação eclético, familiar e inter-geracional.

Mais informações:
peripecia@peripeciateatro.com
960 293 046

18 Dezembro, 2015
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Comentários fechados em Companhia da Chanca apresenta “Sítio” no ciclo LUA CHEIA, Arte na Aldeia | 26 dez. | Benagouro, Vila Real

Companhia da Chanca apresenta “Sítio” no ciclo LUA CHEIA, Arte na Aldeia | 26 dez. | Benagouro, Vila Real

Sítio 600p

O ciclo de programação “Lua Cheia, Arte na Aldeia” desenvolvido pelos Peripécia Teatro, volta na lua cheia de dezembro à aldeia de Benagouro com o Espetáculo “Sítio”.

“Lua Cheia, Arte na Aldeia”, é uma iniciativa que pretende dinamizar em 2015 e 2016 o ambiente rural que envolve o espaço de produção e criação dos Peripécia Teatro localizado na aldeia de Coêdo.

A 26 de dezembro a Companhia da Chanca apresentará o seu espetáculo “Sítio” pelas 20:30h na Associação Cultural e Recreativa Camilo Castelo Branco na Aldeia de Benagouro.
O público é convidado a levar o seu próprio banco ou cadeira, a sua mantinha para assistir ao espetáculo e o seu copo. Depois do espetáculo o público é convidado a uma conversa com os atores e convívio com petiscos e bebidas.

Sítio
Um casal de idosos que vive numa aldeia no interior de Portugal recebe um postal anunciando o nascimento do seu neto. Os dois decidem juntar numa encomenda algumas prendas para enviar para o neto que está no estrangeiro e partem numa longa caminhada. Com o embrulho debaixo do braço e uma doce fúria de viver, eles vão experimentar uma série de pequenas e ternas aventuras, partilhar memórias e até apagar um incêndio. No final da epopeia, conseguem chegar… à estação de correios da vila mais próxima!

ANDRÉ LOURO criação e interpretação; CATARINA SANTANA criação e interpretação; ANTÓNIO JORGE máscaras e espaço cénico; SÍLVIA BRITO e CAROLINE BERGERON apoio artístico; MAFALDA OLIVEIRA desenho de luz e direção técnica; MARIA RIBEIRO figurinos

O Conceito desta iniciativa é desenvolver a Arte em diálogo com espaços rurais. Um conceito que se desenvolve a partir do epicentro artístico do espaço de Criação dos Peripécia Teatro, estendendo-se, dentro das viabilidades técnicas e financeiras, a espaços de Adoufe e Vilarinho da Samardã, aproveitando os seus potenciais físicos, técnicos e criativos.
Nas noites de Lua Cheia, uma referência de calendário associada ao universo rural e à relação próxima com a natureza, haverá excelentes motivos para a reunião das pessoas. Pessoas da aldeia e da cidade. O pretexto é assistirem a espetáculos que obedecem a um conceito de programação eclético, familiar e inter-geracional.

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17 Novembro, 2015
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Comentários fechados em “Senhor Imaginário” no ciclo LUA CHEIA, Arte na Aldeia | 25 nov | Coêdo, Vila Real

“Senhor Imaginário” no ciclo LUA CHEIA, Arte na Aldeia | 25 nov | Coêdo, Vila Real

Senhor Imaginário

O ciclo de programação “Lua Cheia, Arte na Aldeia” desenvolvido pelos Peripécia Teatro, volta na lua cheia de novembro à aldeia de Coêdo com o espetáculo “Senhor Imaginário”.

“Lua Cheia, Arte na Aldeia”, é uma iniciativa que pretende dinamizar em 2015 e 2016 o ambiente rural que envolve o espaço de produção e criação dos Peripécia Teatro localizado na aldeia de Coêdo.

A 25 de novembro a companhia O Bando apresentará o seu espetáculo “Senhor Imaginário” pelas 20:00h na sede da Peripécia Teatro na Aldeia de Coêdo.
O público é convidado a levar os seus petiscos e bebidas para no final do espetáculo participarem num jantar convívio e numa conversa com os atores.
Interposto entre a sua arte e a nação, um Oleiro está à escuta das vozes caladas, dessas diminutas vozes que surgem entre classes desfavorecidas e classes trabalhadoras. Jeremias, que também é coveiro nas horas mais escuras, sorri sempre, enquanto interpela uma nação inteira, uma aldeia no cabo do mundo. Nascido dos contos de Vergílio Ferreira, este SENHOR IMAGINÁRIO viaja com a loja às costas, transportando a dúvida sobre o local onde deverá construir-se a fonte da aldeia e carregando a certeza sobre a grande razão que está por detrás da sede de todas as nações.

Texto baseado em contos de Vergílio Ferreira Encenação Sara de Castro e João Brites Cenografia João Brites Oralidade Teresa Lima Figurinos Clara Bento
Desenho de Luz João Cáceres Alves e David Palma Interpretação Guilherme Noronha

O Conceito desta iniciativa é desenvolver a Arte em diálogo com espaços rurais. Um conceito que se desenvolve a partir do epicentro artístico do espaço de Criação dos Peripécia Teatro, estendendo-se, dentro das viabilidades técnicas e financeiras, a espaços de Adoufe e Vilarinho da Samardã, aproveitando os seus potenciais físicos, técnicos e criativos.
Nas noites de Lua Cheia, uma referência de calendário associada ao universo rural e à relação próxima com a natureza, haverá excelentes motivos para a reunião das pessoas. Pessoas da aldeia e da cidade. O pretexto é assistirem a espetáculos que obedecem a um conceito de programação eclético, familiar e inter-geracional.

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